- Após vários anos de tentativas e diversos tratamentos assim que completamos 7 anos de casados recebemos o maior presente, em mais uma tentativa de Fertilização in vitro eu estava grávida.
Com 12 semanas descobrimos a placenta baixa, mas nada demais pois com 20 semans ela subiu, com 22 semanas incisura das artéria uterinas(pressão alta na placenta). Mas como minha pressão tava normal não era de se preocupar!
Ao repetir a ultrassonografia com 30 semanas foi meu dessespero meu bebê estava com o peso bem abaixo da média; 1.008kg enquanto deveria estar em torno de 1.400kg. Doopler alterado indicando sofrimento fetal... foi aí que entendi o porque da barriga estra tão pequena em relação a outras gestantes de mesmo tempo.O desespero foi total pois tinham planos para aquela gravidez tão esperada!!!
Fui internada para receber as doses de corticóides para o pulmãozinho dele, e dois dias depois fomos para a sala de parto, minha cabeça estava á mil, pois eram apenas 30 semanas!!!!
O parto apesar de tudo foi Tranquilo, eu só pensava em no meu bebê, pois os médicos me alertaram os ricos de ter um parto tão prematuro.
Nos dia 15 de novembro de 2012 ás 11:15 veio ao mundo meu guerreiro Francisco Gabriel pesando 1.085kg e 37 cms, não pude vê lo foi rapidamende entubado, fui vê lo no dia seguinte, ao olhar para aquela incubadora desabei... tão pequeno, tão magro, tão indefeso, implorei á Deus por aquela vidinha alí.
Foram 45 dias de luta na UTI Neonatal, ele receu alata com 1.960 e 41cms. Hoje agradeço á Deus todo dia por ser a prova viva do milagre da vida!!!!!! Meu Guerreiro com 4 meses e meio e quase 6 kg é um bebê saudável e perfeito.
A chegada de um filho é, geralmente, um momento de alegria, carregado de emoções e expectativas, tanto por parte dos pais como de familiares e amigos. Mas nem sempre tudo acontece conforme o esperado. Complicações podem ocorrer durante a gestação ou após o nascimento, o que pode ocasionar o nascimento prematuro ou ao diagnóstico de problemas de saúde no bebê. Nestas situações é comum que o bebê seja levado a UTI Neonatal.
Este não é um assunto muito abordado quando se trata de temas relacionados à gestação, até porque o casal está a espera de um bebê saudável, e a possibilidade de risco tanto para a mãe, quanto para o bebê causa grande desconforto e angústia.
Algumas mulheres apresentam complicações durante a gestação (bolsa rota, caracterizada pela perda de líquido amniótico, pressão arterial alta, infecções,diabetes gestacional, entre outras) e necessitam de cuidados especiais. Há situações em que a mulher permanece em repouso (em casa ou no hospital) por grande parte da gestação. Em alguns destes casos, os médicos costumam alertar que poderá ocorrer um nascimento prematuro e, a partir deste momento, a mãe, bem como pai e familiares, passam a considerar a possibilidade de que, ao nascer, o bebê vá para a UTI Neonatal.
Algumas mulheres apresentam complicações durante a gestação (bolsa rota, caracterizada pela perda de líquido amniótico, pressão arterial alta, infecções,diabetes gestacional, entre outras) e necessitam de cuidados especiais. Há situações em que a mulher permanece em repouso (em casa ou no hospital) por grande parte da gestação. Em alguns destes casos, os médicos costumam alertar que poderá ocorrer um nascimento prematuro e, a partir deste momento, a mãe, bem como pai e familiares, passam a considerar a possibilidade de que, ao nascer, o bebê vá para a UTI Neonatal.
Durante o período que estive em contato com mães de bebês internados na UTI Neonatal, percebi que rapidamente elas buscam entender o quadro de saúde do bebê, o que cada som dos aparelhos significa, as medicações, os exames... tentam adaptar suas rotinas a este novo momento e participar dos cuidados com o bebê dentro do que lhes é possível. Estas ações contribuem para diminuir a ansiedade, pois os pais entendem um pouco melhor o que está sendo feito nos cuidados com seu filho e podem sentir-se mais seguros. Há também situações em que nenhum problema de saúde na mãe ou no desenvolvimento do bebê é identificado durante a gestação, e somente após o nascimento é que se vê a necessidade de encaminhá-lo para os cuidados intensivos. São bebês que apresentam desconforto respiratório, outros nascem com a saúde bastante fragilizada, ou, ainda, nascem com baixo peso (o que é frequente em gestações múltiplas). Nestes casos, estes cuidados especiais são de extrema importância para os bebês.
Sem dúvida é uma situação de muita angústia e estresse para os pais. Há a frustração de não poder levar seu bebê para casa e a preocupação com o que está por vir. Nos primeiros dias, tudo parece muito difícil: a volta para casa, a ansiedade dos familiares para saber notícias do bebê, as dúvidas e medos do casal. Aqui, a informação é uma grande aliada. Conversar com os médicos e saber a real condição do bebê contribui para que os pais sintam-se mais seguros nesta fase.
Rotina da UTI neonatal
O dia-a-dia de mães e pais na UTI Neo é bastante cansativo. Alguns ficam por poucos dias, mas outros permanecem meses. É um ambiente diferente, com aparelhos que monitoram os bebês, que emitem sons desconhecidos e pessoas que até então não faziam parte de suas vidas.
Dependendo do quadro de saúde do bebê, quando estão com suas funções estáveis, eles podem ser tocados pelos pais a partir de uma abertura que há na incubadora. Os pais podem conversar com ele e, em alguns casos, banhar, amamentar e permanecer com o bebê pele-a-pele. Este é um momento de extrema importância para a recuperação do bebê e para o fortalecimento do vínculo da dupla.
Mesmo diante de toda dificuldade, desgaste emocional e físico de ter um filho em uma UTI Neonatal, é possível se beneficiar deste período. Normalmente, há na UTI Neo enfermeiras(os) muito bem preparadas(os) e que podem ajudar as mães nos primeiros cuidados com o bebê, quando ele já pode ser manipulado pela mãe. Ela pode aproveitar o conhecimento dos profissionais tirando suas dúvidas e pedindo auxilio quando necessário.
Um ponto que faço questão de destacar é que a mãe não se esqueça de si. Sua presença na UTI Neo junto a seu filho é muito importante, mas é bastante positivo quando ela consegue ir para casa descansar, dormir bem e se alimentar para que possa no dia seguinte dar conta da demanda emocional e física que a espera.
Há situações em que a mãe não pode ficar o dia inteiro na UTI - porque tem outros filhos pequenos, mora longe ou está muito cansada. É importante que essa mãe consiga respeitar seus limites, se permitir descansar, que tenha em mente que seu filho está no local adequado para sua recuperação naquele momento e que é indispensável que ela também possa se cuidar.
Há situações em que a mãe não pode ficar o dia inteiro na UTI - porque tem outros filhos pequenos, mora longe ou está muito cansada. É importante que essa mãe consiga respeitar seus limites, se permitir descansar, que tenha em mente que seu filho está no local adequado para sua recuperação naquele momento e que é indispensável que ela também possa se cuidar.







